Aline Castro é palestrante, consultora e mentora. Ampara líderes em decisões estratégicas organizacionais e pessoais e desenvolve programas de saúde emocional nas empresas. Professora de neurociência e saúde mental da Fundação Getúlio Vargas, do Hospital Albert Einstein e da PUC, co-fundadora do Congresso Internacional de Felicidade, TEDx speaker e desenvolvedora de programas de lideranças em organizações como Volvo, Grupo Boticário e Latam. Mestre em Governança Corporativa, com pesquisa na linha de Inteligência Emocional, e MBA em Desenvolvimento Humano de Gestores pelo ISAE/FGV, pós graduada em psicanálise pela FAAP, especialista em Relações Internacionais e jornalista pela Universidade Federal do Paraná. Master em mentoring, coaching, hipnose, programação neurolinguística e eneagrama nos EUA; especialista em nutrição ayurvédica na Índia e em psicologia positiva pela Universidade de Yale. Estudou na Alemanha, morou na Índia e foi correspondente na Itália e repórter no Rio de Janeiro e em São Paulo pela Rede Globo. Hoje, Aline Castro ministra palestras e aulas no Brasil e no exterior.
Baixar apresentação completaPassamos grande parte das nossas vidas nos preparando intelectualmente para conquistarmos melhores empregos, posições e reconhecimento. Desde a nossa alfabetização, começamos a receber estímulos relacionando a inteligência lógico-matemática ao sucesso. Esse sistema de crenças faz sim muito sentido e, de fato, nos levou a conquistar coisas importantes, mas ele é um modelo incompleto. Alguns dados nos ajudam a ter um pouco mais de clareza sobre esse ponto: o Brasil tem o maior índice de pessoas com transtornos de ansiedade em todo o mundo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde. Estamos liderando esse ranking ano após ano, desde 2017, quando se iniciaram os levantamentos desse tipo. Diante de uma “epidemia” de burnouts, cabem perguntas como: é possível reverter esse quadro? Podemos aprender a sermos menos ansiosos? É possível, de fato, nos sentirmos em paz e ajudar as pessoas a serem mais confiantes e felizes? Nos últimos anos, profissionais como psicólogos, médicos e neurocientistas têm se debruçado a responder essas perguntas, aplicando o método científico. Os resultados nos leva de volta ao primeiro ponto citado: o pilar intelectual é apenas um dos aspectos da nossa vida. Dar atenção apenas a ele é como decidir colocar um só pneu num carro e tentar rodar por aí sem os demais. Nesta palestra, veremos como a ciência pode nos ajudar a viver melhor e como transbordar o bem viver, influenciando aos pessoas ao nosso redor. Compreenderemos como fomos condicionados a lidar com as nossas emoções e as estratégias de saúde metal que podemos desenvolver no dia-a-dia. Utilizaremos ferramentas de neurociência, inteligência emocional, psicologia positiva, análise transacional e possibility management para a construção de uma vida mais leve, pessoal e profissionalmente.
O Brasil é o país mais ansioso do mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde. Há 18,6 milhões de brasileiros com diagnóstico de transtorno de ansiedade, o que representa 9,3% da população. O país também ocupa o 5º lugar no ranking de pessoas com depressão. Estima-se que ocorra uma morte por suicídio a cada 45 minutos, sendo que para cada óbito há outras 20 tentativas. Ainda assim, falar de saúde mental é um tabu para a maioria das pessoas. O Panorama da Saúde Mental, realizado pelo instituto Cactus em parceria com a AtlasIntel, evidenciou que apenas 5,1% dos brasileiros procuram ajuda terapêutica. Quem é mais afetado, homens ou mulheres? Qual o papel da educação nessa questão? Quais os principais fatores de preocupação que abalam as pessoas? Como introduzir o tema em casa e no trabalho? Qual o papel da liderança no desenvolvimento de um ambiente acolhedor? Essa palestra apresenta informações e ferramentas que podemos aprender e ensinar para ancorarmos espaços em que a vulnerabilidade dê sustentação à criatividade e à coragem. Com base em conhecimentos da psicanálise, da neurociência, inteligência emocional, psicologia positiva, análise transacional e possibility management, o propósito é a construção de uma vida mais leve, pessoal e profissionalmente.
Nos esforçamos tanto para chegar em posições de liderança e seremos reconhecidas social e profissionalmente, que até bem pouco tempo atrás, sentíamos receio de falar dos desafios que enfrentamos. É preciso falarmos sobre a mulher do século XXI: profissional, líder, mãe (seja de humanos, pets ou plantas ;) e tantos outros papeis sociais que nos são atribuídos. Como mulher e líder, levei muitos anos para internalizar a importância do autocuidado na minha vida. Hoje, compreendo que alta performance sem esse olhar cuidadoso para nós e para o nosso propósito é uma prática autodestrutiva. Mas como fazer para "equilibrar os pratos” das várias áreas da vida e ainda assim crescer profissionalmente? Como iniciar essa trilha de se tratar com gentileza para então poder ser ainda mais gentil com os outros? Quais aspectos precisamos conhecer e transformar para termos a coragem de sermos nós mesmas? Essas são algumas das questões abordadas nessa palestra. Utilizaremos ferramentas e conhecimentos da psicanálise, da neurociência, inteligência emocional, psicologia positiva, análise transacional e possibility management para a construção de uma vida mais leve, pessoal e profissionalmente.
Há anos, trabalho o desenvolvimento de lideranças e de programas e saúde mental e segurança psicológica em algumas das principais organizações nacionais e multinacionais e venho nesse tempo observando uma grande mudança no perfil que se espera de um líder e também na relação que temos com o trabalho. Se antes as pessoas que chegavam a uma posição de liderança quase sempre tinham um perfil comportamental de comando e controle, hoje se espera que um líder tenha um perfil mais relacional. O que muda nesse novo tipo de liderança humanizada? As metas seguem sendo importantíssimas, mas não a qualquer custo. No centro da estratégia organizacional, precisam vir as pessoas. E eu sinto que os profissionais que não se atentarem a isso, não sobreviveram num cargo de importância estratégica num futuro próximo. Isso porque um clima organizacional denso impacta diretamente em aspectos como nível de atenção e produtividade. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, 18,6 milhões de brasileiros têm algum diagnóstico de transtorno de ansiedade. Imagine quantos ansiosos sem um diagnóstico… esse número certamente é muito maior. E quando a saúde emocional não vai bem, as pessoas ficam mais suscetíveis a acidentes, por exemplo. Nesta palestra, mapearemos os perfis comportamentais e aprenderemos o caminho de desenvolvimento de aspectos que trazem equilíbrio às nossas vidas e relações. Utilizaremos, para tanto, ferramentas de neurociência, psicanálise, inteligência emocional, psicologia positiva, segurança psicológica e do trabalho para a construção de uma vida mais leve, pessoal e profissionalmente.
Em todos esses anos acompanhando de muito perto líderes e equipes das mais variadas áreas, pude observar o quanto a cobrança por alta performance sem um senso de significado e fruição leva as pessoas à fadiga extrema. Em sua obra prima “Flow”, o psicologo croata Mihaly Csikszentmihalyi sistematizou e definiu brilhantemente a performance genuína e também como alcança-la. Nesta palestra, mergulharemos na construção do flow. Para tanto, desmistificaremos o que entendemos por sucesso, compreenderemos as barreiras e os aspectos facilitadores do estado de fluxo, a administração do stress, o cultivo do “amadorismo" e as estratégias de desbloqueio da criatividade que todos podemos desenvolver.
Todos os nossos comportamentos são sustentados por crenças adquiridas ao logo da nossa história. O lugar onde nascemos, por quem fomos criados, com quem convivemos, as experiências que tivemos e nossas características de personalidade norteiam a forma como lidamos com nossas emoções e nos comunicamos com o mundo, com as pessoas e com nós mesmos. Identificar e compreender essas crenças é o primeiro passo de qualquer caminho de autodesenvolvimento, performance, liderança e bem viver. Quando tratamos de mudanças, a forma como estamos condicionados a pensar interfere totalmente em nossa ação e também no nosso tempo de resposta. Um exemplo disso é acreditar que algo precisa estar ruim para ser mudado, seja uma estratégia, um trabalho e até mesmo um relacionamento. Ferramentas valiosas, no entanto, nos ajudam a questionar essa lógica para operarmos em melhoria continua ao invés de conformidade. O que é bom pode melhorar, assim como um ciclo pode ser encerrado antes que um desgaste irreversível aconteça. Nesta palestra, iniciaremos o processo de compreensão do nosso mapa mental, de como fomos condicionados a lidar com as nossas decisões e as estratégias que podemos desenvolver no dia-a-dia para termos mais realização no que fazemos. Para tanto, utilizaremos ferramentas de neurociência, inteligência emocional, gestão de mudança, e análise transacional para a construção de uma vida com mais êxito, pessoal e profissionalmente.
É curioso que passamos boa parte da vida cultivando ilusões a respeito do que pode nos trazer felicidade: o trabalho dos sonhos, um salário mais alto, uma casa maior, o casamento etc. Em estudos recentes, psicólogos e neurocientistas vem se dedicando a desvendar o que de fato impacta o nosso bem estar. É possível ser feliz o tempo todo? O dinheiro, afinal, traz felicidade? Se o que nutrimos são ilusões acerca daquilo que vai nos fazer bem, o que então de fato nos deixa mais felizes? Que estratégias práticas podemos aplicar imediatamente para nos sentirmos realizados? Como desvendar nosso propósito para agregar significado e motivação ao que fazemos? Nesta palestra, veremos os aspectos fundamentais, segundo a ciência, de uma vida mais plena e as estratégias para lidarmos melhor com a inevitáveis adversidades.
Menos de 20% das pessoas no mundo
trabalham utilizando seus pontos fortes. Esse é o resultado de uma longa
pesquisa feita com mais de dois milhões de pessoas, em 101 empresas de 63
países. O motivo para isso, segundo o estudo, está em dois fatores: o desconhecimento
que as pessoas têm de seus talentos, além de duas crenças presentes desde nossa
educação às estratégias organizacionais:
1. Uma pessoa pode aprender a ser competente
em quase tudo
2. O maior potencial de crescimento de uma
pessoa está nas áreas onde ela tem seu ponto mais fraco
Essa distorção gera um impacto profundo em
nossa autoestima e senso de valor. O que aconteceria, no entanto, se ao invés
de passar uma vida trabalhando seus gaps, as pessoas colocassem atenção naquilo
que fazem de melhor? Como trilhar um caminho de autoapreciação e equilíbrio?
Como desvendar o propósito? Qual legado pretendo deixar para o mundo e para as
pessoas que amo? Como inspirar e motivar equipes a colocarem também seus dons e talentos em movimento?
Quais etapas passa uma equipe para atingir a alta performance? Qual o papel no
líder nessa condução? A palestra de Aline Castro joga luz a essas questões
internas tão fundamentais para o sucesso profissional e para a realização
pessoal e apresenta o ponto de partida de um belo caminho de transformação.