Marc Kirst

Quando criança, se incomodou com as imposições de adultos que não demonstravam uma vida feliz. Se descobriu empreendedor social no MEJ e na AIESEC durante o Curso de Administração na UFSCar. Deixou o curso para empreender o Prove, um sonho de transformar a educação de dentro para fora criando experiências de autoconhecimento em escolas, universidades e imersões na natureza. Depois de 7 anos de sucessos e fracassos, prêmios e contradições, trabalhos com mais de 20.000 jovens em mais de 6 países e dezenas de instituições, decidiu trilhar novos caminhos e fechou as portas. Hoje, aos 28 anos, é co-fundador da Humana Educação integrando Socioemocionais em comunidades escolares, consultor-facilitador para indivíduos-famílias-empresas e pesquisador de novos modelos de convívio humano.

  • • COOPETIÇÃO: NEM COOPERAR, NEM COMPETIR
  • • ABRAÇAR A MUDANÇA PARA TRANSFORMAR O FUTURO
  • • CORAGEM PARA VIVER A MUDANÇA
  • • ENFIM, FELICIDADE!

O aluno com a melhor nota era o mais admirado pelos adultos, o carro caro é mais desejado
e o bônus vai para a melhor performance.
Alguns acreditam que competir é o caminho do sucesso e outros que cooperar é a atitude correta.
O foco deveria estar no indivíduo ou na equipe? O dilema atrasa, gera conflito e na busca pelo melhor resultado acabamos sabotando o próprio processo que levará ao objetivo.
E se for possível juntar o útil ao agradável?
Assumir a responsabilidade pelo que cabe a si contribuindo com o sucesso do todo pode parecer utópico. Mas se reconhecermos as programações que nos levam ao senso comum da separação, vitimização e culpabilização seremos capazes de desconstruir o hábito inconsciente e desenvolver as competências de liderança empreendedora que levam ao sucesso pessoal, profissional e espiritual.

Aprender algo novo é bom mas também é ruim.
Encaramos a dificuldade do que não nunca foi feito, sentimos alívio quando percebemos que aprendemos e ficou fácil, prazer quando somos reconhecidos pelo que desenvolvemos e conforto quando basta repetir.
Aí acontece um algo qualquer. A empresa, o mundo ou o outro mudam e precisamos mudar também? De novo?
Estamos programados pela inércia a resistir, focar na dificuldade do desafio e nos refugiar no já sabido, mesmo que não funcione mais. 
Através do desapego, da curiosidade e da humildade, a postura de aprendiz nos reconecta com nossa própria evolução e habilidade para gerar valor ao nosso redor.
Tudo parte da nossa perspectiva e este convite é para lembrarmos que somos criadores da nossa própria realidade e portanto capazes não só de mudar mas de gerar a mudança que precisamos e queremos ver.

Aprender algo novo é bom mas também é ruim. Encaramos a dificuldade do que não nunca foi feito, sentimos alívio quando percebemos que aprendemos e ficou fácil, prazer quando somos reconhecidos pelo que desenvolvemos e conforto quando basta repetir. Aí acontece um algo qualquer.
A empresa, o mundo ou o outro mudam e precisamos mudar também? De novo?
Estamos programados pela inércia a resistir, focar na dificuldade do desafio e nos refugiar no já sabido, mesmo que não funcione mais. Se cedemos ao velho hábito e nos fechamos ao movimento constante e inevitável, nos desconectamos do que é necessário, perdemos a capacidade de ser útil e nos amarguramos no velho eu.
Através do desapego, da curiosidade e da humildade, a postura de aprendiz nos reconecta com nossa própria evolução e consequentemente nos colocamos a serviço do desenvolvimento ilimitado do projeto, relação ou objetivo no qual estivermos trabalhando. Tudo parte da nossa perspectiva, adormecida no condicionamento do piloto automático ou renovada pelo desejo de crescer que vive em todos nós.
O convite é para lembrarmos que somos criadores da nossa própria realidade e portanto capazes não só de mudar mas de gerar a mudança que precisamos e queremos ver.

Não só fácil como também comum fazer da nossa vida uma rotina automática, uma “rodinha de hamster” infinita na qual podemos nos perder em uma busca sem fim pela próxima esperança de satisfação. Um novo conforto material, o próximo nível de reconhecimento social/profissional ou a superação do desafio que tanto pode estar consumindo nossa energia e bem-estar.
O ciclo socialmente aceito consiste em repetido esforço e luta, altos e baixos de motivação, momentos de fuga ou distração e eventualmente conquistas que trazem alívios e prazeres temporários até que reiniciemos a busca e trabalho pela próxima necessidade. Isso sem mencionar quando esquecemos de nós mesmos e colocamos nossos esforços a serviço do que o outro precisa, criando parcelas da nossa vida que nem parecem nos pertencer.
No entendimento da vida como jornada de evolução, na reconexão com as prioridades pessoais e na descoberta da profunda realização que um sente ao se colocar a serviço de sua vocação, somos capazes de viver a vida com leveza emocional, autenticidade, pertencimento e potência de crescimento. Já passou a hora de aprender a aproveitar a caminhada e celebrar resultados mais coerentes como consequência.