Rir não resolve, mas transforma
Tá todo mundo no limite.
Burnout, ansiedade, noites mal dormidas, cobranças silenciosas.
E a impressão de que, pra dar certo, você precisa ser perfeito — o tempo todo.
Nos vendem só dois caminhos:
Ser o trabalhador incansável que vive de agenda e adrenalina.
Ou desistir de tudo e tentar a sorte numa cabana à beira-mar.
Mas será que os únicos caminhos são acelerar na velocidade da luz ou desacelerar a ponto de quase andar pra trás?
Nesta palestra, André Santi convida o público a percorrer uma estrada cheia de tropeços, decisões difíceis, dúvidas, luto…
E muitas, muitas risadas.
Nem sempre temos o controle e nem sempre os nosso problemas tem soluções, mas nós podemos controlar a forma como vamos enfrentá-los.
Porque o riso, ao contrário do que dizem, não é fútil. Não é distração.
É uma forma profunda de continuar, mesmo quando tudo parece pesado demais.
É lembrar que a gente ainda está aqui e que ser leve não é o mesmo que ser fraco.
Adicionar ao orçamento