Palco aberto | Sabrina Dourado em O custo invisível da infelicidade no trabalho
12 de dezembro de 2025 - Palco Aberto
Você já parou para pensar em quanto a infelicidade dos colaboradores custa para uma empresa?
Nos Estados Unidos, colaboradores desengajados geraram em 2023 uma perda de US$ 1,9 trilhão em produtividade (Gallup). Globalmente, esse impacto chega a US$ 8,8 trilhões, ou quase 9% do PIB mundial.
Agora, olhe para o Brasil:
- Em 2024, tivemos um recorde de 472 mil afastamentos por saúde mental, um aumento de 68% em apenas um ano (Ministério da Previdência).
- Quase 90% das empresas brasileiras registraram afastamentos por doenças mentais, sendo ansiedade, depressão, estresse e burnout os diagnósticos mais comuns.
- 28% dos líderes e 27% dos colaboradores declararam estar infelizes no trabalho
Um dado que revela um problema sistêmico.
- O Brasil já aparece como o 4º país da América Latina com mais trabalhadores tristes e raivosos.
Esse cenário impacta diretamente em absenteísmo, presenteísmo, alta rotatividade e queda na inovação. Mas também abre espaço para reflexão: o bem-estar não é custo, é investimento.
Eventualmente, uma pesquisa mostra o resultado real dentro das empresas.
Estudos mostram que colaboradores felizes adoecem menos, produzem mais e permanecem mais tempo nas empresas. Até pequenas ações de cuidado podem gerar aumento de 12% a 20% na produtividade.
A pergunta é: sua empresa está preparada para transformar a infelicidade em potência criativa, inovação e resultados sustentáveis?
Esse é exatamente o tema da minha palestra “O Impacto Econômico e Social da Infelicidade no Trabalho”, onde apresento dados, cases e caminhos práticos para empresas que desejam prosperar de forma saudável e sustentável.
Se você é líder ou gestor e deseja levar essa reflexão para sua equipe ou organização, vamos conversar.
A mudança começa quando decidimos olhar para as pessoas – porque pessoas felizes constroem empresas mais fortes.
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